Eu sou Carlos Latuff, cartunista e fã ferroviário. O propósito desta página é compartilhar com os internautas uma seleção das melhores imagens produzidas durante minhas expedições ferroviárias. Os registros aqui publicados podem ser reproduzidos pelos interessados, com tanto que para fins não-comerciais de informação, citando a fonte (por gentileza). Sou também colaborador do sítio www.estacoesferroviarias.com.br, de autoria do pesquisador Ralph Mennucci Giesbrecht, a página mais completa da Internet sobre estações ferroviárias brasileiras.

sábado, 23 de maio de 2009

Metrô de Paris


Detalhe da luminária num dos acessos subterrâneos do metrô de Paris. Eram 9h da noite e a tarde ainda caía.

Como havia dito na postagem anterior, este blog é dedicado as ferrovias brasileiras, mas como tive a oportunidade de fazer imagens ferroviárias em recente viagem internacional, estou aqui compartilhando esta experiência com voces. Dessa vez, uma pequena viagem pelas ruas da bela Paris a bordo do metropolitano, cujas composições utilizam pneus.



(Clique nas imagens para ampliar)


Plataforma da estação Dupleix, linha 6, trecho de superfície do metrô de Paris, França.


Detalhe dos pneus da composição.


Plataforma da estação Stalingrad, linha 7, trecho subterrâneo do metrô de Paris, França. O nome é uma homenagem a cidade onde as tropas nazistas foram derrotadas pelo exército soviético durante a Segunda Guerra Mundial. Minhas estação preferida. :)

4 comentários:

josé marques disse...

OLÁ AMIGO.
TENHO FEITO COMUNICAÇÕES AO METRÔ DE SP , COM RELAÇÃO A ESTAÇÃO PARAÍSO.GOSTARIA QUE ,SE POSSÍVEL FOSSE, VOCES DO SITE FOTOGRAFASSEM A DISTÂNCIA LATERAL DOS VAGÕES PARA A PLATAFORMA.HÁ ,INSTALADAS NAS PLATAFORMAS DA ESTAÇÃO(SENTIDO DE QUEM SAI DA LINHA DA av. paulista E segue para a Liberdade/sé/são bento/luz,etc...) UMAS PLACAS DENTADAS AMARELAS ,CREIO QUE DE PLÁSTICO,E OS TRENS QUANDO CHEGAM ÁQUELA ESTAÇÃO(paraíso)TEEM SUAS EXTREMIDADES TOCANDO AO PONTO DE SOFRER DESGASTES .MINHA OBSERVAÇÃO É A DE QUE DEVE SER ERRO DE PROJETO, JÁ QUE A CHEGADA DOS TRENS SE LOCALIZA EM UMA FORTE CURVA ,SIM, OS TRENS NÃO SE ACOMODAM RETOS NA PLATAFORMA, E CHEGAM A ELA FAZENDO O TRAJETO DE FORTE CURVA.OBSERVEM ESTE DETALHE.O METRÔ ME AFIRMA QUE HÁ UM RISCO CONTROLADO , MAS PELO QUE SE VÊ NO LOCAL O QUE HÁ MESMO É MUITA FÉ DO METRÔ DE QUE NENHUM TREM SOFRERÁ FOLGA LATERAL ACIMA DE UNS 5 MILÍMETROS. OBRIGADO AMIGOS E OBSERVEM ESTE DETALHE CITADO.
JOSÉ MARQUES.

josé marques disse...

OLÁ AMIGO.
TENHO FEITO COMUNICAÇÕES AO METRÔ DE SP , COM RELAÇÃO A ESTAÇÃO PARAÍSO.GOSTARIA QUE ,SE POSSÍVEL FOSSE, VOCES DO SITE FOTOGRAFASSEM A DISTÂNCIA LATERAL DOS VAGÕES PARA A PLATAFORMA.HÁ ,INSTALADAS NAS PLATAFORMAS DA ESTAÇÃO(SENTIDO DE QUEM SAI DA LINHA DA av. paulista E segue para a Liberdade/sé/são bento/luz,etc...) UMAS PLACAS DENTADAS AMARELAS ,CREIO QUE DE PLÁSTICO,E OS TRENS QUANDO CHEGAM ÁQUELA ESTAÇÃO(paraíso)TEEM SUAS EXTREMIDADES TOCANDO AO PONTO DE SOFRER DESGASTES .MINHA OBSERVAÇÃO É A DE QUE DEVE SER ERRO DE PROJETO, JÁ QUE A CHEGADA DOS TRENS SE LOCALIZA EM UMA FORTE CURVA ,SIM, OS TRENS NÃO SE ACOMODAM RETOS NA PLATAFORMA, E CHEGAM A ELA FAZENDO O TRAJETO DE FORTE CURVA.OBSERVEM ESTE DETALHE.O METRÔ ME AFIRMA QUE HÁ UM RISCO CONTROLADO , MAS PELO QUE SE VÊ NO LOCAL O QUE HÁ MESMO É MUITA FÉ DO METRÔ DE QUE NENHUM TREM SOFRERÁ FOLGA LATERAL ACIMA DE UNS 5 MILÍMETROS. OBRIGADO AMIGOS E OBSERVEM ESTE DETALHE CITADO.
JOSÉ MARQUES.

josé marques disse...

Quando trabalhava na FEPASA,atuava,no início,na manutenção e o controle dos frisos das rodas das locomotivas inicialmente era estabelecido em 22,5 milímetros, nos anos de 1990 já trabalhavamos com 16,5 milímetros e com o espaço de tempo para verificação desta medida já era semanal, para que vocês vejam a forma arriscada com que se trabalhava, pois 16 milímetros era roda condenada.Lembro-me de que em certos períodos,nós retirávamos os rodeiros com frisos finos das pontas dos trucks ,um paliativo temerário e até assustador. Por isto hoje quando vejo este detalhe na Estação Paraiso, fico pensando se o risco do Metrô é calculado mesmo ,ou é erro de projeto ou mesmo até falta de condições para se eliminar tal risco.obrigado.
josé marques.

josé marques disse...

Quando trabalhava na FEPASA,atuava,no início,na manutenção e o controle dos frisos das rodas das locomotivas inicialmente era estabelecido em 22,5 milímetros, nos anos de 1990 já trabalhavamos com 16,5 milímetros e com o espaço de tempo para verificação desta medida já era semanal, para que vocês vejam a forma arriscada com que se trabalhava, pois 16 milímetros era roda condenada.Lembro-me de que em certos períodos,nós retirávamos os rodeiros com frisos finos das pontas dos trucks ,um paliativo temerário e até assustador. Por isto hoje quando vejo este detalhe na Estação Paraiso, fico pensando se o risco do Metrô é calculado mesmo ,ou é erro de projeto ou mesmo até falta de condições para se eliminar tal risco.obrigado.
josé marques.